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  • 13
    Dec

    Partilhei muito, mas recebi muito mais - Por Rui Miguel Nabeiro

    Fazer parte da iniciativa Leaders for a Day foi, de facto, uma experiência única, interessante e bastante desafiante. Foi um dia muito interessante de partilha de conhecimentos e acredito que será uma experiência a repetir, pois a simbiose foi perfeita. Partilhei muito, mas recebi muito mais.

    Recebi o Tiago Moita, aluno do 1º ano de Management do ISEG que se mostrou sempre muito interessado em aprender tudo aquilo que lhe fomos explicando, nas mais variadas áreas presentes na nossa empresa.

    Quisemos, sobretudo, que o Tiago conhecesse mais detalhadamente como é o dia-a-dia no nosso departamento em Lisboa, que depois da nossa sede em Campo Maior, acolhe perto de 400 pessoas, desde a área comercial, às equipas dos Mercados Internacionais, Delta Q, Mais Marcas, Distribuição Moderna, entre outras, foram vários os focos de conhecimento que tivemos oportunidade de partilhar.

    Somos uma empresa de Rosto Humano e consideramos que estes momentos são de extrema aprendizagem para quem fala e para quem ouve. E a verdade é que o Tiago interagiu dinamicamente com todos os interlocutores com que tem contatou neste dia. Participativo, atento, comunicador, colocou questões, ouviu respostas, voltou a colocar questões. Tenho a certeza que o Tiago adorou a experiência, pois nós, enquanto empresa, também gostámos muito.

    Quando me falaram desta iniciativa aceitei participar de forma imediata. Faz parte do ADN do Grupo Nabeiro promover sempre a comunicação com o exterior e sabemos que hoje em dia esta comunicação bidirecional e os seus processos são determinantes para a captação, desenvolvimento e retenção de talento nas organizações.

    A nova geração de alunos tem um know How mais assertivo, muito focado nos problemas e sobretudo na resolução dos mesmos. São determinados e sem receios criam, inovam, propõe. São, de facto, uma mais-valia para as empresas.

    A nossa organização está cada vez mais ligada ao mundo académico, pois acreditamos que os jovens têm e podem contribuir bastante no desenvolvimento do negócio. Queremos ajudar os jovens talentos a obterem um lugar no mercado de trabalho e são ações como o Leaders for a Day que dão a oportunidade quer ao mentor, quer ao aluno de partilharem conhecimentos únicos.

    Por Rui Miguel Nabeiro, Administrador do Grupo Nabeiro-Delta Cafés.

  • 15
    Jun

    Um dia no meu futuro - Nicole Pinto

    Participei no Programa Braço Direito no passado dia 15 de Março, promovido pela Junior Achievement Portugal através de convite da minha escola – Instituto de Formação Bancária, onde frequento o 2ºAno do Curso de Técnicas e Operações Bancárias.

    Tive a oportunidade de me integrar numa equipa da Associação Mutualista Montepio durante um dia, onde tive contacto com uma realidade constante no nosso dia-a-dia pois como futura Técnica e Comercial Bancária, estou habituada a lidar com produtos especializados e operações bancárias diariamente, no entanto, constatei que a realidade do Montepio enquanto instituição mutualista, é de certo modo diferente, sendo que não se limita apenas a prestar serviços bancários, como também tem uma preocupação com a sua responsabilidade civil. Gestos como, solidariedade com particulares, instituições de acolhimento, juntas de freguesia e câmaras são constante na atividade destes comerciais.

    Tal facto fez com que eu pudesse ver o sector bancário com outros olhos pois a nossa sociedade, nos dias que correm, esquece-se de olhar para o lado e verificar se alguém necessita de ajuda. A vida acelerada e difícil que se verifica atualmente faz com que estejamos restritos aos nossos empregos, às responsabilidades profissionais e pessoais e, no fundo, o papel como cidadãos fique esquecido. Achei interessante o grupo Montepio promover estas atividades de solidariedade com os seus colaboradores pois não só ajudam aqueles que necessitam como promove a sua satisfação pessoal e proporciona dias diferentes.

    Penso que este será o ponto de partida para que todas as empresas e nomeadamente as Instituições Bancárias, venham a adotar estes ideais e deste modo melhorar a qualidade de vida da comunidade no geral. Certamente, que os comerciais iriam “vestir a camisola” pela sua instituição e valorizar não só a imagem desta como a qualidade de trabalho no terreno.

    A meu ver, a experiência do Braço Direito enriquece quem tem o privilégio de poder usufruir deste dia, pois não só torna possível ter contacto com Instituições Financeiras ou Empresas como torna possível crescer a nível pessoal. No meu caso, achei que esta oportunidade complementou tudo aquilo que tenho recebido ao longo destes dois anos de aprendizagem no curso do IFB. Disponibilizaram-se para tirar dúvidas a nível pessoal e profissional e deram a conhecer um pouco de si, incentivando ao aprimoramento das habilitações literárias e ao alargamento de horizontes.

    Poderei nomear algumas aprendizagens que retirei deste dia sendo elas, a dedicação e entrega ao trabalho em mãos, valorização e esforço pessoal nomeadamente nas qualificações adquiridas pelo ensino, alargamento de perspetivas para o futuro saindo da zona de conforto e arriscando pelos sonhos, ponderação da importância salários/comodidade versus satisfação pessoal e planeamento devidamente refletido sobre os objetivos a cumprir.

    Foi deste modo que me abriram portas para o que constituí a panóplia de operações bancárias a que estou ligada, o sector de Mercados, nomeadamente a profissão de Corretores da Bolsa. É algo que à partida é necessário ter um conhecimento vasto pois não é um departamento fácil de integrar, todavia, com as bases que tenho adquirido no curso do IFB é de salientar que foi algo simples de entender pois para fortalecer esta experiência tinha à minha espera uma equipa que me prestou esclarecimentos de forma clara e precisa. Deram-me não só a oportunidade de verificar todo o seu trabalho como de experimentar numa plataforma online a transação de produtos do mercado monetário e mercado de capitais.

    Foi um dia e uma experiência extremamente positiva pelo que é de louvar a promoção destas iniciativas pela Junior Achievement Portugal que torna os jovens mais cultos e aptos para o mercado de trabalho. Por outro lado, qualquer jovem que participe poderá ter a sua vida transformada para sempre, visto que contactos são trocados e portas poderão ser abertas futuramente. Agradeço à minha escola – IFB ter-me convidado a participar nesta iniciativa tão interessante e motivadora.

  • 31
    Mar

    5 aprendizagens que obtive com os meus alunos no programa A Empresa

    Amanda Chohfi

     

    1 – Basta fornecer as ferramentas que os alunos, com as ferramentas certas, conseguem construir montanhas:

    O programa A Empresa é muito bem estruturado e, por isso, proporciona uma base segura que dá aos alunos a confiança necessária para crescerem de uma forma muito profissional, o que lhes permite desenrascarem-se melhor do que muitos adultos no mundo profissional.

    2- Alunos adquirem competências que nunca adquiririam dentro de uma sala de aula:

    São experiencias reais, sentidas na pele, que lhes permitem crescer e desenvolver-se. Através destas experiências, os alunos desenvolvem competências como a flexibilidade, tomada de decisão, sentido de responsabilidade e trabalho em equipa, que, dentro de uma sala de aula, nunca poderiam obter.

    3- Os obstáculos unem ainda mais as equipas:

    Já orientei equipas que tiveram muito sucesso, bem como equipas que não chegaram muito longe nas competições. As equipas que sentiram na pele mais adversidade foram aquelas que se mantiveram mais unidas e que aprenderam mais com a experiência.

    4-Alunos muito diferentes, quando unidos pelo mesmo objetivo, trabalham muito bem:

    Já orientei equipas onde os alunos eram todos muito bons amigos e chego à conclusão de que a melhor dinâmica de equipa surge, não quando os alunos se dão muito bem uns com os outros, mas, sim, quando todos lutam pelo mesmo objetivo e partilham o mesmo sentido de responsabilidade e paixão pelo projeto.

    5 – Criatividade surge quando estabelecemos menos limites:

    Quanto menos restrições e condições impomos sobre a forma como o trabalho deve ou não ser desenvolvido, mais criativos e inovadores serão os resultados. Desde que os alunos saibam claramente qual é o fim, é importante manter os meios para chegar ao fim o mais aberto e flexível possível.

  • 17
    Mar

    5 Coisas que aprendemos com a experiência no Marketplace em Bruxelas

    Entrepreneurship for Development

    Têm o objetivo de promover o empreendedorismo em países em desenvolvimento e de serem facilitadores de programas de voluntariado, através de formação empresarial além-fronteiras. Assim se apresenta a ‘Entrepreneurship for Development’ (EfD), miniempresa do Colégio Luso Internacional de Braga que venceu o prémio de melhor produto/serviço inovador, no Marketplace de Bruxelas.

  • 03
    Mar

    6 Dicas para comunicar de forma eficaz, mesmo quando estamos nervosos

    Junior Achievement Portugal

    Comunicar de uma forma eficaz é provavelmente um dos pontos mais importantes nas relações e nos negócios: em muitas das nossas interações, o que faz a diferença é “como” comunicamos e menos o “que” comunicamos.

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